A libertação dos reféns é parte do plano de paz para Gaza, mediado pelos Estados Unidos, que também prevê a soltura de prisioneiros palestinos por Israel.
O grupo terrorista Hamas libertou 20 reféns israelenses, após mais de dois anos de cativeiro, como parte do 'Pacto Trump'. A ação integra o plano de paz para Gaza.
Em decorrência do avanço do ‘Pacto Trump’, o grupo terrorista Hamas libertou nesta segunda-feira (13) os 20 últimos reféns israelenses que estavam em cativeiro há mais de dois anos. A libertação integra a primeira fase do plano de paz para Gaza, com mediação dos Estados Unidos, que prevê a soltura de prisioneiros palestinos por Israel.
De acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF), os primeiros sete reféns liberados foram Eitan Mor, Gali e Ziv Berman, Matan Angrest, Guy Guilboa-Dalal, Alon Ohel e Omri Meiran. Em seguida, outros 13 israelenses foram entregues à Cruz Vermelha, completando o grupo sob custódia do governo israelense.
Na cidade de Tel Aviv, milhares de pessoas se reuniram em vigília na praça central, aguardando notícias sobre a libertação. A emoção tomou conta da multidão quando a libertação do primeiro grupo de sete reféns foi confirmada ao vivo. Matan Zangauker e sua mãe se reencontraram logo após a soltura. As identidades dos demais libertados não foram divulgadas oficialmente.
Os reféns faziam parte de um grupo de 251 pessoas sequestradas durante o ataque coordenado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, que causou a morte de cerca de 1.200 pessoas em Israel.