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Governo de MS amplia manutenção em rodovias do Vale do Ivinhema com pacote de R$ 100 milhões

Ações emergenciais cobrem sete rodovias estaduais e integram o programa Pro Reveste, enquanto obras estruturantes do Crema estão previstas para 2027....
Saul Schramm/Secom-MS

O Governo do Estado, por meio da Agesul, vinculada à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), intensificou os serviços de manutenção e conservação nas rodovias do Vale do Ivinhema. Nas últimas semanas, as equipes atuaram nas MS-141, MS-480, MS-473, MS-276, MS-395, MS-134 e MS-475, e o cronograma prossegue nos demais trechos da região.

A medida faz parte do pacote de R$ 100 milhões anunciado pelo governador Eduardo Riedel, que passou por avaliação técnica das condições das estradas e está em fase de implantação na Seilog, dentro do programa Pro Reveste. Segundo Riedel, a região é corredor estratégico e a verba foi alocada para um trabalho emergencial que garanta segurança e trafegabilidade. Ele afirmou que as ações dão sobrevida às rodovias e prolongam a vida útil do pavimento até o início das obras estruturantes do Crema, previstas para o primeiro semestre de 2027.

A recuperação definitiva da malha já está em preparação. O Estado estrutura, com apoio do Banco Mundial, a reestruturação de cerca de 730 quilômetros de rodovias no Vale do Ivinhema pelo modelo Crema, no qual a empresa contratada ficará responsável pela restauração e pela manutenção dos trechos por dez anos.

Enquanto as obras não começam, os serviços em campo incluem tapa-buraco, limpeza e recuperação da faixa de domínio e manutenção de galerias. De acordo com o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, as estradas têm capa antiga e sofreram com o volume de chuvas, e o trabalho foi intensificado para mantê-las trafegáveis até a conclusão da avaliação para o Pro Reveste e a posterior chegada do Crema. O secretário destacou que a ação traz resultado imediato para quem passa pelos trechos diariamente.

Os serviços buscam reduzir o tempo de viagem, diminuir o desgaste dos veículos e manter o escoamento da produção e o acesso a serviços públicos na região.

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