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Suplente de Rodrigo Pacheco no Senado pode dificultar ida ao STF

O suplente de Rodrigo Pacheco no Senado, Renzo Braz, declarou apoio a Bolsonaro em 2018 e votou contra processo contra o ex-presidente na Câmara.

Apoio de Renzo Braz a Bolsonaro e voto contra processo no Conselho de Ética podem pesar contra Pacheco em 2026.

O suplente de Rodrigo Pacheco no Senado, Renzo Braz, declarou apoio a Bolsonaro em 2018 e votou contra processo contra o ex-presidente na Câmara.

A possível indicação de Rodrigo Pacheco ao Supremo Tribunal Federal (STF) pode ser impactada pelo posicionamento político de seu suplente no Senado. Renzo Braz, do PP, declarou apoio a Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.

O ex-deputado já demonstrou sua inclinação política ao votar, em 2013, no Conselho de Ética da Câmara, contra a abertura de um processo contra o então presidente, acusado de quebra de decoro parlamentar. Tal histórico pode representar um desafio adicional para Pacheco em 2026.

Essa conjuntura pode resultar em um voto desfavorável ao governo Lula no plenário do Senado. A situação ganha relevância no contexto da iminente vaga no STF, decorrente da saída de Barroso, para a qual Lula já avalia quatro possíveis nomes. O desfecho dessa escolha terá implicações significativas no cenário político e jurídico do país.

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