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Mato Grosso do Sul inaugura seu primeiro complexo de energia sustentável com nova usina

O estado de Mato Grosso do Sul celebra a construção de seu primeiro complexo de transição energética, com a nova usina de...

Mato Grosso do Sul dá um passo importante rumo à energia limpa com o lançamento da pedra fundamental de seu primeiro complexo de transição energética, que contará com uma planta industrial de etanol de milho, localizada em Nova Alvorada do Sul. A Atvos, empresa que já produz etanol a partir da cana-de-açúcar e biometano, expande suas operações para incluir a produção de etanol de milho. A cerimônia de lançamento ocorreu na quarta-feira (1), com a presença do governador Eduardo Riedel.

Durante o evento, o governador destacou a relevância do projeto, que não apenas promoverá a geração de empregos, mas também ajudará a implementar políticas de redução de carbono. "Esse novo centro integrado de produção de energia, que utiliza etanol de milho, cana e biometano, representa uma combinação de benefícios econômicos e ambientais", afirmou Riedel, enfatizando a confiança que o estado conquistou junto aos investidores.

Riedel ainda mencionou que a atração de grandes investimentos é resultado de um ambiente favorável criado para os empreendedores. "Essas iniciativas trazem novas oportunidades de emprego e melhoria na qualidade de vida da população, refletindo a confiança do capital privado Em Mato Grosso do Sul", completou.

Bruno Serapião, CEO da Atvos, reafirmou a importância do complexo ao afirmar que a usina integrada será mais eficiente. "Vamos produzir 100% da biomassa do etanol de milho, priorizando uma energia limpa e sustentável. Nossa meta é reduzir custos e aumentar a produção, sempre respeitando o meio ambiente", comentou.

Serapião também manifestou gratidão pelo apoio governamental que possibilitou um investimento de R$ 2 bilhões no complexo nos últimos três anos. "Mato Grosso do Sul é um exemplo do que queremos que o Brasil se torne", concluiu.

As obras da nova unidade de etanol de milho estão programadas para iniciar no segundo semestre de 2026 e devem gerar aproximadamente 2 mil empregos diretos. O projeto se insere em um contexto mais amplo de busca por energias renováveis e desenvolvimento sustentável na região.

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