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Insegurança alimentar atinge 29,4% dos lares no RN, diz IBGE

Rio Grande do Norte apresentou a menor taxa de insegurança alimentar do Nordeste em 2024, com 29,4% dos domicílios afetados, segundo o IBGE.

Apesar da melhora, índice ainda supera a média nacional, segundo dados da Pnad Contínua.

Rio Grande do Norte apresentou a menor taxa de insegurança alimentar do Nordeste em 2024, com 29,4% dos domicílios afetados, segundo o IBGE.

Em 2024, 29,4% dos domicílios no Rio Grande do Norte enfrentaram insegurança alimentar, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da diminuição em relação aos 33,7% registrados no ano anterior, a taxa ainda é maior que a média nacional.

O levantamento do IBGE, feito por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que 371 mil residências no estado apresentaram algum nível de insegurança alimentar no período analisado. O Piauí lidera o ranking do Nordeste, com 39,3% dos domicílios nessa situação.

No Rio Grande do Norte, 19,3% dos domicílios apresentaram insegurança alimentar leve, onde há preocupação com o acesso aos alimentos. A insegurança alimentar grave, que implica falta de comida, atingiu 3,9% das residências, afetando inclusive crianças. Já a insegurança alimentar moderada, com redução na quantidade de alimentos, foi relatada em 6,3% dos domicílios.

A pesquisa do IBGE utiliza a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) para classificar os domicílios de acordo com a gravidade da situação. A parceria entre o IBGE e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome visa monitorar a segurança alimentar no país.

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