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Gerson Claro ganha força como nome de Tereza Cristina para o Senado em 2026

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Gerson Claro (PP), está se consolidando como o nome de confiança da senadora Tereza Cristina (PP) para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal que estarão em jogo nas eleições de 2026. A movimentação política ocorre em meio a articulações estratégicas do PP e de aliados do governo estadual. A aproximação […]

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do SulGerson Claro (PP), está se consolidando como o nome de confiança da senadora Tereza Cristina (PP) para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal que estarão em jogo nas eleições de 2026. A movimentação política ocorre em meio a articulações estratégicas do PP e de aliados do governo estadual.

A aproximação entre Gerson e Tereza Cristina foi evidenciada em agenda conjunta realizada em Brasília, nesta quarta-feira (3). Pouco depois, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou, em entrevista à rádio Capital FM, que a senadora informou ter um candidato próprio em Mato Grosso do Sul para a disputa.

Em 2023, nomes como Marcelo MigliolliDr. Luiz Ovando surgiram como favoritos para receber o apoio da senadora. No entanto, Gerson Claro costurou alianças internas no PP, ampliando sua influência e se tornando o nome mais cotado dentro do grupo liderado por Tereza Cristina.

Sua candidatura é fortalecida por:

  • Boa relação com a maioria dos deputados estaduais
  • Apoio do governador Eduardo Riedel (PSDB)
  • Alinhamento com o ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que também será candidato ao Senado

Gerson repete o modelo de construção política de Azambuja, buscando conversar com diferentes legendas e construir consenso regional. A consolidação de sua candidatura dependerá, sobretudo, de uma dobradinha com o PSDB em 2026.

Se houver acordo, o PP deve indicar o candidato ao Senado e apoiar Riedel à reeleição, em troca de espaço na chapa majoritária — possivelmente a vaga de vice-governador.

Apesar do avanço de Gerson Claro, o grupo precisará negociar com Jair Bolsonaro, que tem defendido publicamente a candidatura da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL) ao Senado.

Em declaração recente, Bolsonaro afirmou que “mais à frente” definirá seus apoios, reiterando que sua prioridade é “combater o PT”, sinalizando que pode abrir mão de nomes, desde que haja alinhamento ideológico.

  • Marcelo Migliolli pode ser direcionado para disputar a Prefeitura de Campo Grande em 2028, quando a atual prefeita Adriane Lopes não poderá tentar a reeleição.
  • Já o deputado Dr. Luiz Ovando é visto como nome forte para a Câmara Federal.
  • Se confirmada a federação entre PP e União Brasil, Ovando enfrentará internamente a ex-deputada federal Rose Modesto (União), o que pode intensificar a disputa pela vaga.
  • Fonte: Site jornal Estado do MS

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