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Filipe Martins Lança ‘Vaquinha’ para Custear Defesa em Processos nos EUA

Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, busca fundos para custear advogados nos EUA, enfrentando acusações de envolvimento em plano golpista e fraude migratória.

Ex-assessor de Bolsonaro busca apoio financeiro para enfrentar acusações de envolvimento em plano golpista e questões migratórias nos Estados Unidos.

Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, busca fundos para custear advogados nos EUA, enfrentando acusações de envolvimento em plano golpista e fraude migratória.

Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro, iniciou uma campanha de arrecadação de fundos, popularmente conhecida como “vaquinha”, para custear os serviços de seus advogados nos Estados Unidos. A iniciativa visa angariar recursos para a complexa fase de processos legais que o ex-assessor enfrenta, tanto no Brasil quanto no exterior, em um cenário de crescentes pressões jurídicas.

Martins foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por seu suposto envolvimento na elaboração de um plano de golpe de Estado, acusação que também recaiu sobre Jair Bolsonaro, culminando em sua condenação a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A gravidade das imputações exige uma defesa robusta e especializada, justificando, segundo seus apoiadores, a busca por auxílio financeiro.

A Campanha de Arrecadação e a Defesa Legal

De acordo com Jeffrey Chiquini, responsável pela defesa de Martins no Brasil, a campanha foi criada por um grupo de apoiadores e amigos do ex-assessor. “Um grupo de apoiadores e amigos do Filipe Martins criou uma campanha para arrecadar fundos a fim de ajudá-lo a custear as despesas da nova fase do processo nos EUA, além de outros gastos decorrentes da perseguição e das restrições que ele vem enfrentando há quase três anos”, afirmou Chiquini.

O advogado garantiu que “cada centavo irá exclusivamente para ele e para custear os novos advogados criminalistas nos EUA”.

As questões legais de Martins nos EUA se intensificaram após a acusação de que ele teria viajado para o país junto com Jair Bolsonaro em dezembro de 2022, utilizando um documento falso para registrar sua entrada. O governo norte-americano informou que o registro de entrada é fraudulento e está investigando se alguma autoridade cometeu fraude com a intenção de incriminar o ex-assessor de Bolsonaro, adicionando uma camada de complexidade internacional ao caso.

A defesa de Martins, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, enfrenta o desafio de lidar com acusações de conspiração contra o Estado democrático e de fraude migratória. A mobilização de recursos através da “vaquinha” reflete a estratégia de seus defensores para garantir que ele tenha acesso a representação legal adequada diante das sérias implicações de ambos os processos.

A continuidade das investigações em Washington promete novos desdobramentos sobre a possível manipulação de documentos de entrada no país.

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