A partir de 12 de junho de 2026, motoristas que utilizam a ponte sobre o Rio Paraguai, localizada na BR-262 em Corumbá, devem estar atentos a mudanças no tráfego. A ponte passará a operar em meia pista devido ao início das obras de recuperação estrutural, uma ação considerada fundamental para a melhoria da mobilidade na região e para o transporte de cargas.
No primeiro momento, a interdição total da ponte não ocorrerá. A operação será realizada no sistema de pare e siga, o que permitirá a passagem de veículos em tempo integral com o suporte de plataformas metálicas. A instalação de sinalização, que orientará os motoristas sobre o novo funcionamento, já está em andamento em pontos estratégicos para quem se dirige a Corumbá ou retorna do município.
Para garantir a segurança e a fluidez do tráfego, faixas informativas e painéis de LED serão colocados em locais de grande movimentação, como na entrada de Miranda, no acesso ao Lampião Aceso, nas proximidades do pedágio e na entrada de Porto Esperança. Essas medidas visam alertar os usuários com antecedência e organizar o fluxo de veículos durante a execução das obras.
O investimento na recuperação da ponte ultrapassa R$ 11,7 milhões e será realizado pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A obra contempla a recuperação completa dos elementos estruturais da ponte, com a correção de falhas existentes e o reforço da estrutura, visando garantir maior segurança e durabilidade a esta importante ligação entre Corumbá e o Pantanal.
Durante a execução dos serviços, é prevista a necessidade de interdições programadas a cada 21 dias, que ocorrerão preferencialmente nos fins de semana e durante a noite. A população será avisada com antecedência sempre que essas interdições forem necessárias, permitindo que os usuários se programem adequadamente.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho, ressaltou que as obras foram planejadas de forma a minimizar os impactos para os usuários, sem comprometer a segurança e a eficiência do tráfego na região.