Alegada confissão ocorreu durante transmissão ao vivo, motivando ação do Ministério Público de Goiás por práticas abusivas.
Em live, Thiago Stabile, sócio de Virginia Fonseca na WePink, teria admitido venda de produtos sem estoque, motivando ação do MPGO por práticas abusivas.
Em uma transmissão ao vivo, Thiago Stabile, sócio de Virginia Fonseca na marca de cosméticos WePink, confessou que a empresa comercializava produtos mesmo sem ter estoque disponível. Tal declaração motivou uma ação movida pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) contra a empresa, sob a acusação de práticas abusivas contra os consumidores.
A ação, que tem como réus a Wepink – Savi Cosméticos Ltda e seus sócios Virginia Pimenta da Fonseca Serrão, Thiago Stabile e Chaopeng Tan, alega que Stabile admitiu publicamente a prática. Segundo o promotor de Justiça Élvio Vicente da Silva, titular da 70ª promotoria de justiça, o próprio Stabile confirmou a situação durante a transmissão.
De acordo com documentos oficiais, Stabile teria dito que a empresa saltou de um faturamento de R$ 200 mil para R$ 400 mil por mês. Ele também teria reconhecido que, devido ao rápido crescimento da empresa, houve problemas de abastecimento e falta de matérias-primas, resultando em atrasos na entrega de alguns produtos.