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Turismo

Parques estaduais surgem como importantes atrativos turísticos em Mato Grosso do Sul

15:33 - 12 maio 2018 | Por Governo MS

Num momento em que os olhares cada vez mais se voltam para a natureza, Mato Grosso do Sul dispõe de uma abundância de opções em endereços como a Serra da Bodoquena e o Pantanal, velhos destinos turísticos já conhecidos em todo o mundo e que atraem milhares de turistas todos os anos. Entretanto, joias preciosas começam a brilhar com mais intensidade no mapa turístico sul-mato-grossense: os parques estaduais, que despontam como importantes atrativos no boletim do primeiro trimestre deste ano elaborado pelo Observatório do Turismo de Mato Grosso do Sul.

São milhares e milhares de hectares com natureza preservada, matas exuberantes, rios e lagos cheios de luz e vida, uma explosão de beleza a cada passo que encanta e recompensa o turista. Os parques estaduais são unidades de conservação administrados pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), órgão ambiental do Estado vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

O Boletim revela que nos meses de janeiro a março de 2018, quatro parques estaduais receberam 2.797 visitantes. A maior atração, disparada, é o Parque Estadual das Nascentes do Taquari, com 1.850 visitantes. “Deve-se levar em consideração sua localização, que faz parte de um importante corredor ecológico com o Parque Nacional das Emas, na divisa entre os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás”, revela a análise do documento.

Destacam-se ainda o Parque Estadual das Várzeas do rio Ivinhema e duas unidades localizadas em Campo Grande: os Parques Estaduais Matas do Segredo e do Prosa. Todas essas unidades de conservação passam por adequações em seus planos de manejo para possibilitar e incentivar a visitação pública, explica o secretário da Semagro, Jaime Verruck. O próximo passo é firmar parcerias com o setor privado para dotar os parques da infraestrutura necessária ao ecoturismo.

Pode não parecer, mas a estratégia tem muito mais a ver com ecologia do que com economia. “Quando você traz a pessoa para dentro da unidade de conservação, em contato com a natureza, você faz ela entender a importância de cuidar, de conservar para as gerações futuras. Cada visita é uma aula prática de ecologia que funciona muito melhor do que uma campanha publicitária. A pessoa vê, toca, sente, aspira a natureza e acaba se tornando mais um conservacionista convicto”, acredita Jaime Verruck.